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Pesquisa: Frameworks para desenvolvimento Java – Parte 2

Dando mais um passo sobre pesquisas sobre Frameworks. Fiz várias leituras e encontrei muita influência sobre arquitetura de software MVC: Model-View-Controller. Muitos frameworks preparados para desenvolvimento seguindo esse tipo de arquitetura.

Estou iniciando uma pesquisa mais profunda, com testes e desenvolvimento de exemplos. Estou iniciando no desenvolvimento de J2EE e essa experiência está sendo imprescindível.

Seguindo a arquitetura MVC, para a camada CONTROLLER percebi muita utilização do framework Struts. Nesta camada se encontram as Servlets responsável pela gerência de requisições de quem deve executar determinadas tarefas.

Na camada VIEW é bastante frequente a utilização do Velocity, alternando soluções JSP, responsável pela apresentação de informações dinâmicas na web.

Por final, na camada MODEL está muito presente a utilização do Hibernate, responsável pelas classes que representam suas entidades e as que o ajudam a armazenar e buscar dados.

Penso que esses não são os únicos frameworks bem utilizados. Caso alguém conheça outras soluções, comentem aí!

Abraços

14, fevereiro 2008 at 3:09 am 3 comentários

Pesquisa: Frameworks para desenvolvimento Java

Olá pessoal,

estou inaugurando uma TAG nova. Um assunto que muito discuti no 2º semestre de 2007 e com certeza será ainda mais observado pelo resto de minha carreira: PESQUISA.

Abordando pesquisa não somente de uma forma de estudo e sim em quesito de relevância a desenvolvimento de protótipos. Acredito que o assunto pode se tornar coisa séria! 🙂

Unindo-se a demais colegas de faculdade, dou partida a esta pesquisa que terá continuidade, certamente! Gostaria de discutir sobre frameworks.

Li alguns tópicos como frameworks bem utilizados no meio de produção. Percebi que a gama de ferramentas é enorme. Sendo assim, peço sua ajuda leitor, vamos discutir sobre frameworks.

Objetivo: Tenho como projeto pessoal, no 1º semestre de 2008, elaborar um ambiente de desenvolvimento com documentações e tutoriais intuitivos baseados em frameworks open source. Disponibilizar toda minha pesquisa neste blog e na faculdade. Desenvolver uma linha de pesquisa que possibilite a capacitação de profissionais iniciantes, desenvolvimento de novos projetos baseados nesta linha de pesquisa, aumentar minha experiência neste tópico, entre outras utilidades…

Segue abaixo o que já li e pretendo dar seqüência em pesquisa:

  • Hibernate:

Framework para o mapeamento objeto-relacional escrito na linguagem Java, mas também é disponível em .Net como o nome NHibernate. Este programa facilita o mapeamento dos atributos entre uma base tradicional de dados relacionais e o modelo objeto de uma aplicação, mediante o uso de arquivos (XML) para estabelecer esta relação.

  • JUnit:

Com suporte à criação de testes automatizados na linguagem de programação Java.

Esse framework facilita a criação de código para a automação de testes com apresentação dos resultados. Com ele, pode ser verificado se cada método de uma classe funciona da forma esperada, exibindo possíveis erros ou falhas podendo ser utilizado tanto para a execução de baterias de testes como para extensão.

  • Lucene:

É um software de busca e uma API de indexação de documentos, escrito na linguagem de programação Java. É um software de código aberto da Apache Software Foundation licenciado através da licença Apache.

O Lucene contém apenas o núcleo do “motor” de busca. Por isso, ele não inclui um Web crawler ou um parser para diferentes formatos de documentos. O usuário do Lucene deve adicionar estas funcionalidades.

Para o Lucene não importa a origem dos dados, seu formato ou mesmo a linguagem em que foi escrito, desde que esses dados possam ser convertido para texto. Isto significa que o Lucene pode ser utilizado para indexar e buscar dados gravados em: arquivos, páginas web em servidores remotos, documentos gravados no sistema de arquivos local, arquivos textos, documentos Microsoft Word, documentos HTML ou arquivos PDF, ou qualquer outro formato do qual possa ser extraído informação textual.

  • Marge:

Framework utilizado para facilitar o desenvolvimento de aplicações em Java que façam uso do Bluetooth, como por exemplo: jogos, controles remoto, aplicações de marketing, soluções para automação residencial, entre outras.

  • Maven:

É uma ferramenta para gerenciamento e automação de projetos em Java. Ela é similar à ferramenta Ant, mas possui um modelo de configuração mais simples, baseado no formato XML. Maven é um projeto da Apache Software Foundation.

Maven utiliza uma construção conhecida como Project Object Model (POM). Ela descreve todo o processo de construção de um projeto de software, suas dependências em outros módulos e componentes e a sua sequência de construção. O Maven contém tarefas pré-definidas que realizam funções bem conhecidas como compilação e empacotamento de código.

  • Mentawai:

Primeiro framework web MVC em Java a adotar, implementar, documentar e incentivar todo e qualquer tipo de configuração (actions, filtros, validação, listas, connection pooling, ioc, di, etc.) única e exclusivamente através de configuração programática (100% Java), abolindo por completo o uso de XML e Annotations para as configurações.

  • Mock Objects:

São objetos que simulam o comportamento de objetos reais de forma controlada. São normalmente criados para testar o comportamento de outro objeto.

  • Spring:

Framework não intrusivo, baseado nos padrões de projeto inversão de controle (IoC) e injeção de dependência.

No Spring o container se encarrega de “instanciar” classes de uma aplicação Java e definir as dependências entre elas através de um arquivo de configuração em formato XML. Dessa forma o Spring permite o baixo acoplamento entre classes de uma aplicação orientada a objetos.

  • Struts:

Framework de desenvolvimento da camada controladora, numa estrutura seguindo o padrão Model 2 (uma variante do MVC oficializada pela Sun), de aplicações web (principalmente) construído em Java para ser utilizado em um container web em um servidor J2EE. Controladoras neste modelo são utilizadas para lógica de negócios no desenvolvimento.

Nesta breve descrição, algo apenas para apresentação, sem caráter de explanação técnica e detalhada.

Minha requisição é a seguinte: Qual framework foi indispensável em projetos que você participou? Vamos discutir?

Até mais! 😉

31, janeiro 2008 at 12:05 am Deixe um comentário

Algoritmo #01

Antes de mais nada gostaria de justificar minha ausência: PROJETOS.

Trabalhos de faculdade e futuros projetos para trabalho tem me tirado o sono. Sem reclamações, voltarei a ativa, ou pelo menos espero.

Como prometido a galera de grupo de pesquisa na FATEC, iniciarei uma lista de algoritmos em português estruturado, para futuramente passarmos a alguma linguagem.
#01. Apresentar os quadrados dos números inteiros de 1 a N.

Algoritmo Exercicio1;
Variavel
	n, i : inteiro;
	resultado : inteiro;
Inicio
	repita
		leia(n);
	até que (n > 1);
	i <- 1;
	enquanto i <= n faça
		resultado <- i * i;
		escreva(resultado);
		i <- i + 1;
	fim-enquanto


Fim

8, outubro 2007 at 1:25 am 1 comentário

Livros: Sistemas de Banco de Dados

Enquanto eu estudar, compartilharei todos os livros e materiais utilizados. Este eu acho que é a bibliografia mais gigantesca da lista de livros requeridos para estudo para o concurso de instrutor do CPD da FATEC/BS.

Sistemas de Banco de Dados, de Henry F. Korth e Abraham Sliberchatz; parece mais uma bíblia (e outro livro com mais de 15 anos). 😉

Vale indicar também um livro que aproveitei para ler; um antigo material sobre modelagem de dados quando estudei no SENAC (acredito que esse só encontre quem é aluno ou ex-aluno da entidade).

Abraços, pratiquem a leitura.

17, agosto 2007 at 2:23 pm 1 comentário

Livros: Sistemas de Informação – Um enfoque gerencial

Sistemas de Informação – Um Enfoque Gerencial de Sérgio Rodrigues Bio

Mais uma dica de livro. Penso que este, infelizmente não seja possível comprar. O livro é uma relíquia de 1987 encontrada na biblioteca da FATEC/BS.

Precisei ler este livro para estudo de um concurso na própria FATEC. Encontrei uma experiência em sistemas de informação surpreendente de recursos tecnológicos e recursos humanos de uma empresa. Mesmo sendo um livro de 20 anos atrás, apresentou a teoria com o maior bom senso, que ainda não encontrado nos dias de hoje (AINDA, infelizmente).

Se alguém encontrar mais uma espécie de 20 anos como este livro por aí, vale a pena ler! 😉

10, agosto 2007 at 2:28 pm 1 comentário

Servidor SAMBA

Mais uma ferramenta que estou estudando nos últimos dias. Como frizado no último post, estou estudando softwares livres para soluções a uma empresa que demanda de uma grande rede de computadores, com diversas necessidades a serem gerenciadas, e para melhorar, com mais de um sistema operacional online.

Entrando no assunto, SAMBA é um servidor de rede NetBEUI altamente flexível para compartilhamento de serviços e arquivos em rede mista. Essa flexibilidade quebra um grande problema em corporações que precisam colocar máquinas com sistemas operacionais diferentes, como um simples exemplo Windows e Linux, em comunicação na rede.

Hoje possui funções de segurança que permite um controle mais rigoroso que a implementação da Microsoft para gerenciamento de redes, demonstrando alto suporte e compatibilidade de versões diferentes de Windows (problema presente em empresas que possuem sua rede totalmente Microsoft, e mesmo assim não ficam livres de alguns apuros! 😉 ).

Segue abaixo algumas características:

  • Controle de acesso aos recursos compartilhados no servidor através de diversos métodos (compartilhamento, usuário, domínio, servidor)
  • Controle de acesso de leitura/gravação por compartilhamento
  • Controle de acesso de leitura/gravação por usuário
  • Permite ocultar o conteúdo de determinados diretórios que não podem ser exibidos ao usuário de forma fácil
  • Suporte completo ao controlador de domínio Windows (PDC)
  • Possui suporte completo ao servidor WINS (também chamado de NBNS – NetBIOS Name Service) de rede. A configuração é bastante fácil
  • Permite a configuração de recursos simples através de programas de configuração gráficos, tanto via sistema, como via Web
  • Entre muitas outras funções

Estudei sobre a ferramenta, dentre muitos materiais, gostei muito do material do Guia Foca GNU/Linux. Porém minha tarefa para a empresa “XXX” que estou prestando serviços é a seguinte: comparar o SAMBA 3.x instalado na empresa com a versão SAMBA 4.0, última versão lançada. Preciso comparar as novidades e buscar a viabilidade da implementação da ferramenta na empresa, parametrizando em cima de uma vasta lista de regras de negócio.

Essa é a minha missão nesse projeto no mês de julho. Quem disse que seriam férias? 😉

Mas esse projeto é muito interessante, lidando somente com software livre. O que traz um retorno de experiência profissional indispensável para projetos futuros.

Desde então, fica o meu convite. Se você conhece SAMBA, e melhor ainda se conhece a versão SAMBA 4.0, comente a vontade neste blog. Largue o cacete nessa matéria! 😉

Abraços

[release]Depois do comentário do Cristian, e por maiores exigências do estágio, percebi que a versão SAMBA 4.0 é apenas para uma exibição e ainda não está estável. Foi até mesmo um equivocação da empresa e minha, afirmar nesse momento que a versão já estava estável.

Abraços a todos.

13/07/2007[/release]

3, julho 2007 at 10:31 pm 7 comentários

Nagios: Gerenciamento de redes

Durante esse mês de julho estudarei sobre duas ferramentas Open Source. Estarei pesquisando sobre Nagios e o Samba 4.0.

Neste post darei minha primeira opinião sobre o Nagios, uma ferramenta de gerenciamento de redes de computadores.

O Nagios é um software livre para gerenciamento de redes de computadores que, dentre muitos recursos:

  • monitora serviços como SMTP, POP3, HTTP, NNTP, PING, etc
  • monitora recursos como disco rígido e outros dispositivos
  • plataforma flexível por sua eficaz lista de plugins
  • opções de notificações de contatos como pager, e-mail, SMS, etc
  • tratamento dos eventos
  • interface baseada na WEB

Até onde estudei sobre Nagios, me pareceu uma ferramenta de fácil instalação e sua customização se faz pela vasta lista de plugins, possibilitando inúmeras soluções para gerenciamento de redes.

Na minha opinião, por ser um software livre e na empresa onde pretendemos implementar a ferramenta só se utiliza software livre, é melhor o funcionamento da ferramenta com um servidor WEB também baseado em teoria Open Source. Depois de usar o Apache, nunca mais configurei o IIS no meu computador. 😉

Outros profissionais também me reforçaram que a ferramenta explora a facilidade de criação de novos plugins, o que nos permite customizar o sistema ao máximo à nossa necessidade.

Continuarei pesquisando sobre o Nagios. Preciso de uma lista completa sobre os parâmetros de instalação do software. Me parece uma ótima ferramenta. Muito dinâmica pela vasta criação de gráficos e inúmeras possibilidades de monitoramento da rede.

Se algum leitor de bom coração conhecer a ferramenta, deixe seu parecer aqui no meu blog! 😉

Abraços pessoal.

1, julho 2007 at 2:49 am 1 comentário

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