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Servidor SAMBA

Mais uma ferramenta que estou estudando nos últimos dias. Como frizado no último post, estou estudando softwares livres para soluções a uma empresa que demanda de uma grande rede de computadores, com diversas necessidades a serem gerenciadas, e para melhorar, com mais de um sistema operacional online.

Entrando no assunto, SAMBA é um servidor de rede NetBEUI altamente flexível para compartilhamento de serviços e arquivos em rede mista. Essa flexibilidade quebra um grande problema em corporações que precisam colocar máquinas com sistemas operacionais diferentes, como um simples exemplo Windows e Linux, em comunicação na rede.

Hoje possui funções de segurança que permite um controle mais rigoroso que a implementação da Microsoft para gerenciamento de redes, demonstrando alto suporte e compatibilidade de versões diferentes de Windows (problema presente em empresas que possuem sua rede totalmente Microsoft, e mesmo assim não ficam livres de alguns apuros! 😉 ).

Segue abaixo algumas características:

  • Controle de acesso aos recursos compartilhados no servidor através de diversos métodos (compartilhamento, usuário, domínio, servidor)
  • Controle de acesso de leitura/gravação por compartilhamento
  • Controle de acesso de leitura/gravação por usuário
  • Permite ocultar o conteúdo de determinados diretórios que não podem ser exibidos ao usuário de forma fácil
  • Suporte completo ao controlador de domínio Windows (PDC)
  • Possui suporte completo ao servidor WINS (também chamado de NBNS – NetBIOS Name Service) de rede. A configuração é bastante fácil
  • Permite a configuração de recursos simples através de programas de configuração gráficos, tanto via sistema, como via Web
  • Entre muitas outras funções

Estudei sobre a ferramenta, dentre muitos materiais, gostei muito do material do Guia Foca GNU/Linux. Porém minha tarefa para a empresa “XXX” que estou prestando serviços é a seguinte: comparar o SAMBA 3.x instalado na empresa com a versão SAMBA 4.0, última versão lançada. Preciso comparar as novidades e buscar a viabilidade da implementação da ferramenta na empresa, parametrizando em cima de uma vasta lista de regras de negócio.

Essa é a minha missão nesse projeto no mês de julho. Quem disse que seriam férias? 😉

Mas esse projeto é muito interessante, lidando somente com software livre. O que traz um retorno de experiência profissional indispensável para projetos futuros.

Desde então, fica o meu convite. Se você conhece SAMBA, e melhor ainda se conhece a versão SAMBA 4.0, comente a vontade neste blog. Largue o cacete nessa matéria! 😉

Abraços

[release]Depois do comentário do Cristian, e por maiores exigências do estágio, percebi que a versão SAMBA 4.0 é apenas para uma exibição e ainda não está estável. Foi até mesmo um equivocação da empresa e minha, afirmar nesse momento que a versão já estava estável.

Abraços a todos.

13/07/2007[/release]

3, julho 2007 at 10:31 pm 7 comentários

Debian 4.0

Post de hoje é sobre Linux com caráter auto-estudo. Não conheço muito sobre o assunto mas tenho vontade de me aperfeiçoar. Por isso postarei para o incentivo, participação e contribuição de colegas, para sempre esclarecermos mais dúvidas.

Quando li a matéria na INFO Exame do mês de Junho, não podia deixar passar a oportunidade. Ainda mais que como já dito, sou um pouco leigo no assunto e quero aprender a mexer no mais promissor sistema operacional.

A distribuição Debian 4.0 GNU/Linux foi feita sob medida para usuários avançados, que gostam de programar e estão na área de TI a um bom tempo. O Debian 4.0 vem com uma coleção de aproximadamente 19 mil pacotes, o que facilita encontrar softwares, aplicativos, tutoriais, IDE’s, entre outras ferramentas para desenvolver. Grande diferença para o Ubuntu, onde acredito que não venha preparada, ou pelo menos não na versão básica, para desenvolvedores e para usuários avançados. O Ubuntu é realmente voltado ao público usuário inicial, mas também um fantástico sistema operacional.

A INFO Exame destrinchou o Debian 4.0 em 5 destaques. Citou sobre a instalação, a interface, a super-coleção, os servidores e o desktop.

  • Instalação: processo similar como todas as outras distribuições. Diga-se de passagem que um pouco complicada, podendo causar complicações para alguns usuários sem muita experiência. O pessoal da INFOlab chegou a achar que o S.O. não tinha instalação com interface gráfica, mas os INFOhackers fuçaram muito e descobriram que era necessário a inserção de um código secreto. Quando se insere o DVD de instalação, vem em seguinte uma mensagem, em inglês:”Pressione F1 para ajuda ou Enter para a inicialização.”, neste momento é necessário digitar a senha expertgui.
  • Interface: o Debian logo assumiu a interface GNOME, a mesma do Ubuntu. Constataram que o Debian tem uma característica para trabalhar com servidores, e não economiza em sua gama de aplicativos. Tem redundância de softwares. Dois browsers, por exemplo. Em minha opinião isso não é nada ruim. 😉
  • Super-coleção: só para lembrar os usuários de Linux, o Debian é a distribuição de maior coleção de pacotes: quase 19 mil.
  • Servidores: dá inveja para outros S.O.’s quando o assunto é software para servidor: internet, rede local, banco de dados, linguagens… Divirta-se no Synaptic! 😉
  • Desktop: apenas uma referência, o Ubuntu até a versão 6.0 não tocava arquivos mp3, o que já é possível no Debian 4.0 . Fora a vasta opção de codecs para multimídia disponível.

Fonte: INFO Exame.

Sem mais galera.

22, junho 2007 at 1:51 am 1 comentário


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