Posts filed under ‘Software Livre’

Pair Programming – Are you interested?

Bom, vou aproveitar o tempo livre para indicar uns links sobre esse assunto tão interessante.

A tempos venho me interessando e montar um lab mais eficaz, e contudo, mais acessível aos profissionais recém inseridos no mercado de trabalho.

Este projeto deixa para outro post, mas segue abaixo links para quem programa em Java e se interessa por funcionalidades voltadas para VOCÊ, ser humano!

Eclipse Cola : Real-Time Shared Editing – http://live.eclipse.org/node/543

Cola: Real-Time Shared Editing from Mustafa K. Isik on Vimeo.

Netbeans Collab : Developer Collaboration – http://collab.netbeans.org/

Ainda não estudei sobre mas em breve resenharei sobre o assunto (e sobre os links).

1, julho 2008 at 9:29 pm Deixe um comentário

Pesquisa: Frameworks para desenvolvimento Java – Parte 2

Dando mais um passo sobre pesquisas sobre Frameworks. Fiz várias leituras e encontrei muita influência sobre arquitetura de software MVC: Model-View-Controller. Muitos frameworks preparados para desenvolvimento seguindo esse tipo de arquitetura.

Estou iniciando uma pesquisa mais profunda, com testes e desenvolvimento de exemplos. Estou iniciando no desenvolvimento de J2EE e essa experiência está sendo imprescindível.

Seguindo a arquitetura MVC, para a camada CONTROLLER percebi muita utilização do framework Struts. Nesta camada se encontram as Servlets responsável pela gerência de requisições de quem deve executar determinadas tarefas.

Na camada VIEW é bastante frequente a utilização do Velocity, alternando soluções JSP, responsável pela apresentação de informações dinâmicas na web.

Por final, na camada MODEL está muito presente a utilização do Hibernate, responsável pelas classes que representam suas entidades e as que o ajudam a armazenar e buscar dados.

Penso que esses não são os únicos frameworks bem utilizados. Caso alguém conheça outras soluções, comentem aí!

Abraços

14, fevereiro 2008 at 3:09 am 3 comentários

Servidor SAMBA

Mais uma ferramenta que estou estudando nos últimos dias. Como frizado no último post, estou estudando softwares livres para soluções a uma empresa que demanda de uma grande rede de computadores, com diversas necessidades a serem gerenciadas, e para melhorar, com mais de um sistema operacional online.

Entrando no assunto, SAMBA é um servidor de rede NetBEUI altamente flexível para compartilhamento de serviços e arquivos em rede mista. Essa flexibilidade quebra um grande problema em corporações que precisam colocar máquinas com sistemas operacionais diferentes, como um simples exemplo Windows e Linux, em comunicação na rede.

Hoje possui funções de segurança que permite um controle mais rigoroso que a implementação da Microsoft para gerenciamento de redes, demonstrando alto suporte e compatibilidade de versões diferentes de Windows (problema presente em empresas que possuem sua rede totalmente Microsoft, e mesmo assim não ficam livres de alguns apuros! 😉 ).

Segue abaixo algumas características:

  • Controle de acesso aos recursos compartilhados no servidor através de diversos métodos (compartilhamento, usuário, domínio, servidor)
  • Controle de acesso de leitura/gravação por compartilhamento
  • Controle de acesso de leitura/gravação por usuário
  • Permite ocultar o conteúdo de determinados diretórios que não podem ser exibidos ao usuário de forma fácil
  • Suporte completo ao controlador de domínio Windows (PDC)
  • Possui suporte completo ao servidor WINS (também chamado de NBNS – NetBIOS Name Service) de rede. A configuração é bastante fácil
  • Permite a configuração de recursos simples através de programas de configuração gráficos, tanto via sistema, como via Web
  • Entre muitas outras funções

Estudei sobre a ferramenta, dentre muitos materiais, gostei muito do material do Guia Foca GNU/Linux. Porém minha tarefa para a empresa “XXX” que estou prestando serviços é a seguinte: comparar o SAMBA 3.x instalado na empresa com a versão SAMBA 4.0, última versão lançada. Preciso comparar as novidades e buscar a viabilidade da implementação da ferramenta na empresa, parametrizando em cima de uma vasta lista de regras de negócio.

Essa é a minha missão nesse projeto no mês de julho. Quem disse que seriam férias? 😉

Mas esse projeto é muito interessante, lidando somente com software livre. O que traz um retorno de experiência profissional indispensável para projetos futuros.

Desde então, fica o meu convite. Se você conhece SAMBA, e melhor ainda se conhece a versão SAMBA 4.0, comente a vontade neste blog. Largue o cacete nessa matéria! 😉

Abraços

[release]Depois do comentário do Cristian, e por maiores exigências do estágio, percebi que a versão SAMBA 4.0 é apenas para uma exibição e ainda não está estável. Foi até mesmo um equivocação da empresa e minha, afirmar nesse momento que a versão já estava estável.

Abraços a todos.

13/07/2007[/release]

3, julho 2007 at 10:31 pm 7 comentários

Nagios: Gerenciamento de redes

Durante esse mês de julho estudarei sobre duas ferramentas Open Source. Estarei pesquisando sobre Nagios e o Samba 4.0.

Neste post darei minha primeira opinião sobre o Nagios, uma ferramenta de gerenciamento de redes de computadores.

O Nagios é um software livre para gerenciamento de redes de computadores que, dentre muitos recursos:

  • monitora serviços como SMTP, POP3, HTTP, NNTP, PING, etc
  • monitora recursos como disco rígido e outros dispositivos
  • plataforma flexível por sua eficaz lista de plugins
  • opções de notificações de contatos como pager, e-mail, SMS, etc
  • tratamento dos eventos
  • interface baseada na WEB

Até onde estudei sobre Nagios, me pareceu uma ferramenta de fácil instalação e sua customização se faz pela vasta lista de plugins, possibilitando inúmeras soluções para gerenciamento de redes.

Na minha opinião, por ser um software livre e na empresa onde pretendemos implementar a ferramenta só se utiliza software livre, é melhor o funcionamento da ferramenta com um servidor WEB também baseado em teoria Open Source. Depois de usar o Apache, nunca mais configurei o IIS no meu computador. 😉

Outros profissionais também me reforçaram que a ferramenta explora a facilidade de criação de novos plugins, o que nos permite customizar o sistema ao máximo à nossa necessidade.

Continuarei pesquisando sobre o Nagios. Preciso de uma lista completa sobre os parâmetros de instalação do software. Me parece uma ótima ferramenta. Muito dinâmica pela vasta criação de gráficos e inúmeras possibilidades de monitoramento da rede.

Se algum leitor de bom coração conhecer a ferramenta, deixe seu parecer aqui no meu blog! 😉

Abraços pessoal.

1, julho 2007 at 2:49 am 1 comentário

Debian 4.0

Post de hoje é sobre Linux com caráter auto-estudo. Não conheço muito sobre o assunto mas tenho vontade de me aperfeiçoar. Por isso postarei para o incentivo, participação e contribuição de colegas, para sempre esclarecermos mais dúvidas.

Quando li a matéria na INFO Exame do mês de Junho, não podia deixar passar a oportunidade. Ainda mais que como já dito, sou um pouco leigo no assunto e quero aprender a mexer no mais promissor sistema operacional.

A distribuição Debian 4.0 GNU/Linux foi feita sob medida para usuários avançados, que gostam de programar e estão na área de TI a um bom tempo. O Debian 4.0 vem com uma coleção de aproximadamente 19 mil pacotes, o que facilita encontrar softwares, aplicativos, tutoriais, IDE’s, entre outras ferramentas para desenvolver. Grande diferença para o Ubuntu, onde acredito que não venha preparada, ou pelo menos não na versão básica, para desenvolvedores e para usuários avançados. O Ubuntu é realmente voltado ao público usuário inicial, mas também um fantástico sistema operacional.

A INFO Exame destrinchou o Debian 4.0 em 5 destaques. Citou sobre a instalação, a interface, a super-coleção, os servidores e o desktop.

  • Instalação: processo similar como todas as outras distribuições. Diga-se de passagem que um pouco complicada, podendo causar complicações para alguns usuários sem muita experiência. O pessoal da INFOlab chegou a achar que o S.O. não tinha instalação com interface gráfica, mas os INFOhackers fuçaram muito e descobriram que era necessário a inserção de um código secreto. Quando se insere o DVD de instalação, vem em seguinte uma mensagem, em inglês:”Pressione F1 para ajuda ou Enter para a inicialização.”, neste momento é necessário digitar a senha expertgui.
  • Interface: o Debian logo assumiu a interface GNOME, a mesma do Ubuntu. Constataram que o Debian tem uma característica para trabalhar com servidores, e não economiza em sua gama de aplicativos. Tem redundância de softwares. Dois browsers, por exemplo. Em minha opinião isso não é nada ruim. 😉
  • Super-coleção: só para lembrar os usuários de Linux, o Debian é a distribuição de maior coleção de pacotes: quase 19 mil.
  • Servidores: dá inveja para outros S.O.’s quando o assunto é software para servidor: internet, rede local, banco de dados, linguagens… Divirta-se no Synaptic! 😉
  • Desktop: apenas uma referência, o Ubuntu até a versão 6.0 não tocava arquivos mp3, o que já é possível no Debian 4.0 . Fora a vasta opção de codecs para multimídia disponível.

Fonte: INFO Exame.

Sem mais galera.

22, junho 2007 at 1:51 am 1 comentário


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